Olá que tal?
Nossos expedicionários seguem firme na transição das américas rumo ao Alaska, acabaram de vencer a descida do Pacífico pela Panamericana, passaram pela caótica Lima, e já devem estar chegando a Chiclayo! Eu aqui em Cusco, na torcida pelos nobres amigos entre uma visita à Valentine e outra.
Energias emanadas pelos grandes ancestrais Incas sugerem que nesse sábado Valentine Blanc, a Fênix, ressurgirá. Já não respira mais com ajuda de aparelhos, seus batimentos estão controlados e as cicatrizes da queda recuperam-se à velocidade da luz, o que não poderia ser diferente!
Ivan o "médicânico"que cuida de Valentine está muito empenhado em jornadas de 12h com muito foco e cuidado. A estrutura do hospital é simples, mas o profissional é extremamente qualificado e conhecedor do que faz.
Os danos foram muitos, houve toda a quebra da carenagem frontal com a ruptura do suporte de alumínio, diga-se de passagem, uma grande falha de projeto da Triumph nessa peça. Um braço telescópico da suspensão dianteira se entortou e perdeu óleo, os baús entortaram junto com o suporte principal e os tanques reservas simplesmente amassaram como papel, mas foram fundamentais como anteparo para Valentine. O chicote elétrico principal foi rompido para poder resgatar a moto, assim como o cabo do GPS e faróis auxiliares e também todo o miolo da ignição. Tanque amassado e carenagens plásticas quebradas se encaixam como as cicatrizes que levaremos até o fim da expedição. Enfim, Valentine levou um direto de direita.
| Tanques extras foras os grandes absorvedores de impacto. Minha idéia até que não foi ruim! |
Essas motos tem uma caixa de memória, com vários filamentos de estanho, que com a velocidade da desaceleração estão programados para se romperem e travar todo o sistema de ignição assim como quando o chicote se rompe cria-se um curto circuito que só pode, em tese, ser destravado pelo scanner eletrônico da concessionária. Mas vocês não conhecem Ivan, o médicânico. Ele reconectou todo o chicote elétrico, trocou todos os fusíveis, retirou a placa eletrônica de memória e refez todas as microsoldas dos filamentos e como diz ele: Ojalá! Valentine ligou. E quis a ironia do destino, que eu ouvisse o som da tigresa Valentine rugindo através do celular do Juan que me auxilia, no mesmo momento em que eu estava no celular com o mecânico da Triumph me dando a notícia que não seria possível fazê-la funcionar fora de uma concessionária. Nesse momento não me contive, pois estava esgotando as minhas possibilidades com a informação que vinha do lado esquerdo dos meus ouvidos quando fui tomado por uma alegria incontida pelo ronco de Valentine que soou como a Primavera de Vivaldi no ouvido direito. Foi uma montanha russa de sensações, que resultou em uma alegria incontida e uma corrida até a oficina para retomar os trabalhos e ouvir ao vivo tão bela orquestra dos 137 cv roncando como puro sangues a procura de espaço nas pradarias. Como diz Ivan: "estás viajando com Dios!".
Assista e ouça o som de Valentine Rugindo!
Assista e ouça o som de Valentine Rugindo!
Hoje seguem os reparos com a grande possibilidade de já no sábado, Valentine seguir o rastro de Estelita e Anita na trilha demarcada rumo ao Alaska. Se tudo se confirmar terei a vantagem de viajar com os amigos Achilles e Gustavo à frente antecipando as situações e me repassando dicas importantes do caminho. Ojalá!
O que causou o acidente se encaixa na famosa teoria do queijo suíço, que pra quem não conhece, um dia posso contar.
Na essência, pegamos um desvio, fugimos do planejamento e estava caindo a tarde. Nessa hora, o sol que é muito brilhante nessa época, fica de frente e à altura dos olhos. Realmente cega. E foi o que aconteceu, juntaram-se cinco ou seis elementos da estrada ruim mais o sol na cara e formou-se uma verdadeira armadilha. Gustavo vinha bem na frente e passou pela armadilha atrás de uma Van, que sem intenção o segurou e o guiou, vendo o perigo somente depois de passar, Achilles, vinha atrás de mim, mas com uma distância visual e percebeu a poeira levantada pelo meu tombo, reduzindo e parando, mas por muito pouco não caiu, pois o fez sem enxergar nada.
| Na foto ainda se vê algo compensado pela lente da câmera. Ao vivo, "niente"! |
O engraçado foi que o Achilles parou a moto, desceu me viu já em pé na margem da estrada e quis me contar que quase caiu, do susto que passou. Em segundos se deu conta que não via a minha moto, quando falei: Está ali, no rio! Ri muito disso várias vezes junto com o Achilles e o Gustavo, pois eu ainda estava branco da adrenalina e o Achilles de tão assustado não percebeu. Em realidade estava mais branco do que eu. Pena eu não ter fotografado, pois seríamos garotos propaganda da OMO com cachê eterno. hehehehe
Trajeto Puno-Cusco! Épico!
Um capítulo a parte foi a vinda de Puno para Cusco, hehehe. Eitaaaa que quando a coisa resolve enroscar, é pra valer. Quem já não tentou desfazer vários nós em um velho pedaço de barbante. Assim que tenho me sentindo ultimamente. Puxo de um lado aperta do outro, vira pra cá, vira pra lá e devagarinho os fios vão soltando. Quando você acha que acabou, desfez dez nós e refez mais dois. Hehehe. Mas vamos lá.
Um bocado de força depois, com a ajuda dos policiais de Puno, colocamos a moto num caminhão parecido com aquele do seriado Estradas Mortais do History. Amarramos Valentine com cordas improvisadas nas paredes laterais da carroceria, pois não havia ganchos para amarrar melhor. Bagagens na caçamba, 10 horas da manhã e lá vamos nós. Liga o caminhão, soa alto, duas aceleradas e...... aquela arrancada de tartaruga, gemendo pra sair do lugar. Iniciava a viagem mais lenta da minha vida. Um exercício de paciência que do seu início parecia que ia ser muito duro e no seu decorrer foi ficando ainda pior....
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| Eu, Reni e os policias que me auxiliaram enviados pelo comandante à pedido de Juan! |
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| Improviso total! |
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| Saindo de Puno às margens do Titcaca! |
A primeira parada foi em Juliaca, logo ali, 45km adiante. Era a casa do motorista Reni, foi pegar mais cordas, dar um abraço na patroa e deixar o dinheiro que eu já havia pago adiantado. As 14h ligamos o Tobata de novo e lá vamos nós, agora sim.... quem dera!
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| Juliaca é uma cidade de negócios, mas o aspecto....Vejam pela avenida central! |
Mais 10 km e paramos num posto pra abastecer, por água no caminhão, tirar a água do joelho do Silvião e lá vamos nós de novo. Uma hora depois e paramos para comer um cordeiro com batatas típico Peruano, que as mulheres fazem em casa e trazem enroladas em um pano para barracas à beira da estrada e que é a comida dos viajantes daqui. As sobras, são levadas e atiradas à beira da pista para os cachorros que ficam aguardando ao longo das rodovias. Chama-se Kankacho no idioma Quíchua!
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| Kankacho! Te gusta? |
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| Kankacho II! ;) |
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| Boteco ajeitado! |
Barriga cheia, mas um pouco revolta, parecia que estava discutindo com o Kankacho, mas vamos pra estrada de novo. Já estávamos nos aproximado das 18h e já era para estarmos em Cusco, onde Juan e Ivan me aguardavam.
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| Silvião do caminhão e Reni. Olhando bem parece que tem alguém nos ultrapassando, como poderia? |
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| Apesar da situação, a paisagem é bonita! |
Escureceu e Reni, o motorista, percebeu que estava sem luzes no caminhão, heheh. A esta altura eu queria que continuassem sem luzes pois à essa velocidade eu conseguiria ir na frente iluminando com o celular. Mexe pra cá e mexe pra lá e nada. Sugeri que fosse com a luz alta. Ele achou boa idéia. Abriu o painel do caminhão, tirou um fusível das luzes traseiras, colocou no slot da luz alta e voltamos para a estrada. Foram os cinco minutos mais iluminados da viagem, tanto pela solução quanto pela luz alta. Mas cinco minutos e dois segundos depois a idéia deixou de ser boa, pois provocava a luz alta dos caminhões em sentido contrário. Alguns km adiante paramos em um povoado a beira da estrada com lâmpadas e fusíveis para vender, e arrumamos a iluminação. Isso se deu no povoado de Sihuan
Para trocarmos as lâmpadas foi necessário bascular a cabine do caminhão e nesse momento quebrou o suporte do reservatório de óleo da direção hidráulica, mas Reni não percebeu. Testamos as luzes, tudo ok e agora sim..... vamos lá!
Eis que 150m depois, a direção do caminhão trava e ficamos atravessados na rua ainda dentro do povoado. Mas a providência divina é algo fantástico, pois 20m a frente estava Yefe, que tem uma pequena oficina de solda e reparos e nos atendeu.
Desmontamos a peça parados na rua ao som de buzinas e ele soldou reforçou e ajudou a instala-lá novamente. Enquanto fazia isso, conversávamos sobre política, economia e futuro das nações. Me senti pequeno diante da facilidade e veracidade das informações de Yefe. Perguntei como ele era tão bem informado e com as mãos sujas de graxa, as 20h, me respondeu que se a internet não for usada para adquirir informações e conhecimento então ela é desnecessária.
| Trocando as lâmpadas. |
| Agora a direção hidráulica! |
Desmontamos a peça parados na rua ao som de buzinas e ele soldou reforçou e ajudou a instala-lá novamente. Enquanto fazia isso, conversávamos sobre política, economia e futuro das nações. Me senti pequeno diante da facilidade e veracidade das informações de Yefe. Perguntei como ele era tão bem informado e com as mãos sujas de graxa, as 20h, me respondeu que se a internet não for usada para adquirir informações e conhecimento então ela é desnecessária.
Perguntei que tempo ele tinha pra isso e me respondeu que independente de quanto trabalhasse, ficava ao menos uma hora por dia em suas leituras e que não queria ser escravo das idéias dos outros como os seus amigos da comunidade onde vive. "Sin palabras!"
Caminhão pronto foi hora de seguir até Cusco onde Juan nos aguardava desde as 18h. Chegando lá Juan nos levou em sua moto até a oficina onde baixamos a Valentine e perguntei pra Ivan. "Haces milagros? E la respuesta mui tranquila: Sí, por supuesto!" Aí estava, já por volta da meia noite o primeiro sinal positivo de que as coisas iriam andar bem!
Cusco, uma cidade linda!
"Cusco (em espanhol Cuzco ou Cusco, em quíchua Qosqo ou Qusqu, que significa umbigo "do mundo) é uma cidade no Peru situada no sudeste do Vale de Huatanay ou Vale Sagrado dos Incas, na região dos Andes, com população de 300 000 habitantes. É a capital do departamento de Cusco e da província de Cusco.
Cusco é uma cidade muito alta (com 3400 metros altitude). Era o mais importante centro administrativo e cultural do Tahuantinsuyu, ou Império Inca. Lendas atribuem a fundação de Cusco ao Inca Manco Capac no século XI ou XII. As paredes de granito do palácio inca ainda estão lá, bem como monumentos como o Korikancha, ou Templo do Sol.
Depois do fim do império, em 1532, o conquistador espanhol Francisco Pizarro invadiu e saqueou a cidade. A maioria dos edifícios incas foi arrasada pelos clérigos católicos com o duplo objetivo de destruir a civilização inca e construir com suas pedras e tijolos as novas igrejas cristãs e demais edifícios administrativos dos dominadores, desta forma impondo sua pretensa superioridade europeia."(Wikipédia)
Cusco é uma cidade privilegiada pela natureza e destino desejado pela maioria dos viajantes, sendo ponto obrigatório para ir à Machu Picchu. Sendo o centro da civilização Inca, tem muitos parques arqueológicos em um raio de 100km e daqui os Incas foram conquistando territórios, subindo para o norte até o sudoeste da Colômbia e descendo até o Sul do Chile, ocupando desde o litoral à cordilheira dos Andes.
A gastronomia é rica, tem bons hotéis, que não se aplicam para quem está viajando 60 dias de moto, hehe, e recebe turistas do mundo inteiro sendo predominantemente europeus.
O Peru não tem a cultura de motoclubes ou mototurismo, apesar de receberem muitos brasileiros que vem em suas máquinas pra cá. Pra se ter idéia, Cusco que tem uma população 50% maior do que a minha cidade, de Chapecó, tem apenas uma moto BMW rodando de 700 cilindradas, que casualmente é do amigo Juan que está me ciceroneando por aqui. E muito bem, diga-se de passagem. Juan é Major aposentado da Polícia Peruana, já combateu a guerrilha o narcotráfico e é bem quisto pelos policiais que coordenou, o que faz o meu passeio com ele ficar divertido, pois cada policial por quem passamos deseja cumprimetá-lo e conversar.
Ontem a noite passeamos pela cidade e tive uma aula de história, hoje fomos visitar sítios arqueológicos e amanhã iremos ao Vale Sagrado.
Muitos me perguntaram porque não vou a Machu Picchu. Respondo que meu objetivo é consertar a moto e entre um vai e vem turístico, dou um chego até o Taller do Ivan para ver como estão as coisas, providenciar Soles (dinheiro Peruano), para a compra dos "repuestos" e acompanhar o processo. E além do mais, daqui um tempo volto aqui com a minha família para fazer uma turistada típica, comprando souvenir e fazendo city tour.
| Na loja de ferramentas do Shopping, muito bonito diga-se de passagem, comprando um novo tanque extra! |
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| Jantando, quis fazer uma gentileza ao Juan, presenteando com uma camiseta da expedição e fui surpreendido com uma bandeira do Peru e um brasão bordado! |
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| Um prato crioulo Peruano mesclado com comida chinesa, é delicioso! A Coca- Cola nunca conseguiu superar as vendas da Inka Kola no Peru, por isso à comprou. É feito à base de folhas e bem saboroso. |
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| A muralha a esquerda foi feita pelos Espanhóis e à direita pelos Incas. Segundo Juan, de um lado temos um muro dos Incas e do outro dos Incapazes. |
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| Acabamento do muro dos espanhóis! |
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| Muro Inca com a pedra de doze ângulos, perfeitamente encaixados. Os Incas não destruíam nada par construir, mas sim adaptavam o que precisavam à natureza estabelecida. |
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| Detalhe dos encaixes das pedras em uma esquina. |
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| Praça de armas e a cidade antiga ao fundo! |
Pois bem, como última parte desta longa postagem e talvez a mais importante, gostaria de explicar aos amigos o porque de termos nos separado. Alguns me perguntaram preocupados, achando que isso não era o ideal, mas é sim. Planejamos essa viagem durante um ano e sempre conversamos sobre a possibilidade de problemas com nossos equipamentos e que isso não deveria comprometer a expedição, uma vez que outros dois pudessem seguir na frente abrindo as portas para quem se atrasar. Isso também comprova que a minha queda não abalou em nada a confiança dos três aventureiros, tamanho o empenho para que a expedição chegue ao seu objetivo. Claro, tudo isso calculando riscos e dentro da maior segurança possível, pois viemos aqui para nos divertir e crescer enquanto individuos e não nos expormos à riscos desnecessários.
O que tenho que deixar registrado é grande onda positiva que se formou em torno do meu problema. Ter passado por isso tem sido uma experiência incrível cuja dimensão eu nem fazia idéia. Muitas pessoas estão se mobilizando voluntariamente para fazer o possível para que eu recupere a moto e chegue ao Alaska com meus queridos amigos. Me sinto querido como em minha família em uma escala de pessoas potencialmente maior. Como exemplo, cito o Mr. John, amigo do Gustavo que mora nos Estados Unidos e tinha colocado a moto à venda, disse-me que retiraria do anúncio e me emprestaria a moto desde lá, Mr. Gaston de Miami que é o responsável por mandar nossas motos de volta da viagem, me mandou possibilidades de transporte também para a subida da Valentine desde o Peru ou Colômbia e o meu amigo Valdecir Machado que tem uma moto igual a Valentine, conversando com nosso outro amigo Walter Tomazzelli, propuseram que eu mandasse a relação de peças que preciso e eles retirariam da moto do Valdecir e me enviariam por avião. É mole? Sem contar as inúmeras mensagens vindas por todos os canais, que prestam apoio, dão coragem e ponderam riscos, fazendo com que eu me sinta completamente amparado e fortalecido. Muito obrigado meus amigos!
| Yuliana, Pamela e Juan. Familia linda e acolhedora. O almoço foi na casa deles hoje. |
Postarei mais novidades em breve! Estou muito bem, num hotel acolhedor chamado: Florida Del Inca.
Hoje quem ficou com a expedição Três Américas em Cusco, me acompanhando e tomando conta da Valentine foi o grande amigo Schneider. Grande abraço!
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| Em Utrecht, na Holanda! |



























Sílvio , parabéns , que coragem e determinação , conseguir desmentir a concessionária , e aospouco ir levantando a Valentine nao tem preço . Certamente deve estar sofrendo com tudo altitude , clima , alimentação , mas será recompensado . Este infortúnio valorizará ainda mais a Expedição de vcs, e em breve os 3 amigosestarão juntos . Lindo o blog de hj , parabéns .!!!
ResponderExcluirNa torcida do seu retorno à estrada!
ResponderExcluirMe tranquiliza a sua tranquilidade Silvio.... vai firme
ResponderExcluirSilvio realmente tua tranquilidade nos transmite uma boa energia. Ja peguei um banquinho e estou mais ansioso que pinto no lixo para ler teus relatos. Que vc e a Valentine possam em muito breve reencontrar teus parceiros. Roberto São Leopoldo/RS
ResponderExcluirm dia vai rir ou se ja não está!!!! A gambiarra era enorme mesmo.... estou acompanhando e no final um regalo - um adesivo do Alaska- para quem lhe acompanhar vcs até o final. Buenas suertes! Att, César cernach
ResponderExcluirAmigo...que susto...Amem Jesus que esta tudo bem...a cidade e linda, toma uns vinhotes e eu adorei as fotos da oficina...tudoooo..srsrsr...depois vira livro....estamos em pensamento positivo e oracao...Fe em Deus e Pe na Tabua...afinal, sonho e para ser...vivido, ne? Beijoooooo
ResponderExcluirOi Silvio !! Li todo o blog e adoro viajar ..vou acompanhar a viagem de vcs !!!
ResponderExcluirForça na peruca aí q vai dar td certo !!!
Andei por todas essas ruelas de cusco e me arrepiei qdo vi as tuas fotos, é um lugar especial e marcante !!
Se cuidem.. abraços Achilesssss !!!!
Valeu Dani! Abcao e obrigado
ExcluirValeu Dani! Abcao e obrigado
ExcluirValeu Dani! Abcao e obrigado
ExcluirAmigo Silvio.... FORÇA, FÉ e FOCO!!!! Que o Grande Arquiteto do Universo lhe acompanhe nessa fascinante jornada. Grande abraço. Almeri
ResponderExcluirBaita história pro filme!!!!!
ResponderExcluirSiga em frente!!!!!
Grande abraço
É isso aí Grau. Já temos várias histórias. Abco
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