Desde 2013, comentando e sonhando e desde 2014 planejando! Chegou a hora da nossa partida para Prodhue Bay/Alaska! O tempo que parecia distante, vôou e cá estamos às vésperas de abraçar nossas companheiras e rumar para a viagem das nossas vidas. Neste período, muito trabalho, várias reuniões, dúvidas, pesquisas, aquisições de equipamentos, providências para acertar documentos, mas sempre com muita alegria, determinação e com o propósito de que tudo que estávamos nos esmerando para realizar em termos de preparativos iria nos proporcionar uma viagem mais segura e mais tranquila.
Além do aspecto material, nos esmeramos no aspecto físico e psicológico para o desafio. Cada um de nós fez individualmente uma preparação física, através de atividades esportivas neste último ano e sob o ponto de vista psicológico, a motivação nos empolga, mas a consciência plena das dificuldades que nos esperam e a responsabilidade que temos para enfrenta-las.
Lemos muito relatos, conversamos com pessoas sobre a viagem, alguns que ouviram relatos de terceiros, outros que fizeram a mesma viagem de carro, comentários empolgados sobre a nossa aventura, outros de forma incontida dizendo que somos loucos e por aí vai. De qualquer forma, fizemos tudo que estava ao nosso alcance em termos de planejamento, tentamos escolher a época adequada para entrar no Alaska, pois somente até meados de agosto é que é possível em termos climáticos trafegarmos de moto naquele lugar longínquo. Para pegarmos esta janela climática do Alaska, teremos que enfrentar o auge do inverno nos Andes, a época de chuvas da América Central e o auge do verão no deserto americano. Todo este contexto, nos instiga!
Apesar de termos lidos relatos de outras pessoas que fizeram a mesma viagem, assim como quando fomos a Ushuaia, entendemos que cada viagem é uma experiência única. Não há uma igual a outra. Para cada pessoa passar pelo mesmo lugar, será diferente, vista sob o ponto de vista pessoal e ainda sujeito aos acontecimentos daquele momento e é isso também que faz a viagem fantástica!
Para realizar a aventura, estou com uma nova companheira. A viagem a Ushuaia eu fiz com a Versys 1000, a qual portou-se de forma incrível não furando um pneu sequer. Para o Alaska, adquiri a Anita a Valente, uma GS 1200 da BMW, um antigo objetivo agora concretizado. O nome de Anita foi escolhido obviamente para homenagear a grande heroína catarinense, a heroína dos dois mundos, mulher de personalidade forte, além do seu tempo, inabalável, corajosa, retratada com jeito meigo mas ao mesmo tempo forte. Espero esta similaridade com a minha máquina: conforto, motor potente, destemida nos diferentes climas, estradas, enfrentando a dureza que teremos no trajeto, mas junto comigo determinada a chegarmos sãos e salvos em Prodhue Bay.
Além do aspecto material, nos esmeramos no aspecto físico e psicológico para o desafio. Cada um de nós fez individualmente uma preparação física, através de atividades esportivas neste último ano e sob o ponto de vista psicológico, a motivação nos empolga, mas a consciência plena das dificuldades que nos esperam e a responsabilidade que temos para enfrenta-las.
Lemos muito relatos, conversamos com pessoas sobre a viagem, alguns que ouviram relatos de terceiros, outros que fizeram a mesma viagem de carro, comentários empolgados sobre a nossa aventura, outros de forma incontida dizendo que somos loucos e por aí vai. De qualquer forma, fizemos tudo que estava ao nosso alcance em termos de planejamento, tentamos escolher a época adequada para entrar no Alaska, pois somente até meados de agosto é que é possível em termos climáticos trafegarmos de moto naquele lugar longínquo. Para pegarmos esta janela climática do Alaska, teremos que enfrentar o auge do inverno nos Andes, a época de chuvas da América Central e o auge do verão no deserto americano. Todo este contexto, nos instiga!
Apesar de termos lidos relatos de outras pessoas que fizeram a mesma viagem, assim como quando fomos a Ushuaia, entendemos que cada viagem é uma experiência única. Não há uma igual a outra. Para cada pessoa passar pelo mesmo lugar, será diferente, vista sob o ponto de vista pessoal e ainda sujeito aos acontecimentos daquele momento e é isso também que faz a viagem fantástica!
Para realizar a aventura, estou com uma nova companheira. A viagem a Ushuaia eu fiz com a Versys 1000, a qual portou-se de forma incrível não furando um pneu sequer. Para o Alaska, adquiri a Anita a Valente, uma GS 1200 da BMW, um antigo objetivo agora concretizado. O nome de Anita foi escolhido obviamente para homenagear a grande heroína catarinense, a heroína dos dois mundos, mulher de personalidade forte, além do seu tempo, inabalável, corajosa, retratada com jeito meigo mas ao mesmo tempo forte. Espero esta similaridade com a minha máquina: conforto, motor potente, destemida nos diferentes climas, estradas, enfrentando a dureza que teremos no trajeto, mas junto comigo determinada a chegarmos sãos e salvos em Prodhue Bay.
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